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Rio de Janeiro: 450 Anos

Redarte/Divulgação
Seria maravilhoso se pudéssemos todos comemorar com grande efusão e alegria o aniversário da grande cidade maravilhosa. Maravilhosa dos livros, dos boêmios, das cores das escolas de samba iluminadas e adereçadas, dos compositores que diante do azul do imenso mar, ladeado das grandes montanhas, vêem nesta terra feita por Deus a grandiosidade de suas belezas.
Por mais naturais que sejam, a beleza da generosidade, espontaneidade e simpatia esbanjada pelo “carioca da gema” ou “quase da gema” sem sombra de dúvidas esmera-se na capacidade de sorrir diante da maravilhosa cidade que não lhe pertence de fato pois suas condições financeiras, econômicas e sociais lhe furtam o  direito, restando-lhe apenas aquilo que por natureza a cidade maravilhosa não lhe pode negar. Sendo assim, podemos ver o mar, nadar no mar e se somos de fato cariocas podemos até levar uma farofa pra lá, comer um biscoito globo e quem sabe beber um mate gelado.
Mas ainda há outras maravilhas que são de direito mas não podem ser desfrutados de fato, como ver a Bahia da Guanabara de cima do Pão de Açúcar, ou para outros, receber as bênçãos “do Cristo” aos pés de sua imagem petrificada.
Todavia ainda temos o futebol alegre e malandro, a liberdade de andar sem camisa nos ônibus, comer churrasquinho duvidoso em qualquer esquina e ouvir sem precisar pagar músicas que, gostando ou não, invadem nossos ouvidos e lares.
Muitos anos se passaram e ainda vemos a segregação racial, a falta de cuidado, a falta de moradia e a degradação de uma linda, porém feia cidade. Vai depender de onde se mora, se vive, se morre.
A cidade maravilhosa esta sitiada pelo trafico, pelas drogas pela violência.
Logo, o que vamos comemorar? As belezas naturais que não nos custaram nada. Comemorar a nossa própria ilusão de que somos livres, porem presos no caos de uma cidade que não nos pertence?
Louvado seja Deus pelo Rio de Janeiro, rogando ao Pai para que por Cristo um dia a cidade seja verdadeiramente maravilhosa.

Pr. Renato Ribeiro

MISSÕES PARA TODOS

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações...”
Hoje fazer missões não é mais coisa apenas para loucos e para aqueles com um chamado especial para ir à outras regiões ou nações. Missões pode ser para todos, respondendo e entendendo o chamado de Deus no livro de Mateus 28.19: “Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações...”. Agora fazer missões também não tem idade, antes na infância só se aprendia o que era evangelizar, e como era o trabalho do missionário, hoje as crianças já são pequenos, “grandes”, missionários. Os idosos também estão contribuindo de forma significativa, não apenas com ofertas retiradas da venda dos doces e salgados na igreja, mas também indo.
Missões Nacionais tem investido cada vez mais em seus missionários, bem como em projetos de curto período, onde qualquer pessoa pode aceitar o desafio de ir. São donas de casa, estudantes, profissionais, que aproveitam 10 a 15 dias de suas férias para falar da salvação em Jesus Cristo à pessoas de sua Nação. Cada vez mais igrejas também tem investido no trabalho evangelístico não só no seu bairro, mas realizando projetos missionários em outras regiões. São idosos, adultos, crianças, que aproveitam até um final de semana para espalhar o amor de Deus no Brasil.

VOCÊ REFLETE A PÁSCOA?

A palavra de hoje é simples: “Ressuscitou.... ressuscitou... Ele vive e reina para sempre! E vamos celebrar! E vamos celebrar! Ressuscitou meu Senhor!”
Este é um trecho da música Celebrai a Cristo, muito cantada, e com entusiasmo, nas igrejas batistas. É uma pena que ao refletir, no momento da Páscoa, sobre o que diz a música, não parece que alguns cristãos entendem que Jesus ressuscitou. Isso porque as atitudes contradizem o que cantam. Muitos realmente não praticam os rituais pagãos, mas também não tomam a postura de alguém que reconhece o sacrifício de Cristo.
Estes tem atitudes contra a tudo o que Jesus ensinou durante seu ministério aqui na Terra. Usam o amor quando lhe convém, quando se sentem agredidos usam palavras torpes; usam a lei do maior, se acham maior por ser homem, ou por ser pastor, ou por ter dinheiro, ou por ter um cargo de autoridade; não pensam nas necessidades do próximo, tendo o eu como prioridade. Vivem como no tempo de ignorância, apesar de não estarem.

E quem Salva o Jorge?

Que as novelas da televisão brasileira estão em queda há tempos, não é segredo para ninguém. Quando achamos que chegaram ao limite do tétrico, aparece uma de nível ainda mais baixo.

A Rede Globo exibe, desde 22 de Outubro passado, o folhetim de Glória Perez, "Salve Jorge". A polêmica instalou logo e muito comentário alimentou o palavrório na mídia e nos ambientes eclesiásticos. Precisei ir à pesquisa para entender o eixo da balbúrdia. 

A autora tenta conectar a controvertida história de Jorge (275-303 d.C.), conde da Capadócia (hoje parte da República da Turquia), especialmente o mito "O dragão e a princesa", onde Jorge teria matado um dragão ao qual já haviam sacrificado todas as donzelas de Sylén, na Líbia, com excessão da princesa Sabra, filha do rei do Marrocos e do Egito. Ela seria oferecida ao dragão no dia seguinte ao da chegada de Jorge na cidade. Segundo a lenda, Jorge se colocou com seu cavalo à frente do cortejo que levava a princesa, atacou o dragão e o matou, cravando sua lança no pescoço da fera. O rei, não querendo que sua filha se casasse com um cristão, tentou armar para que Jorge fosse morto, mas o mesmo escapou e fugiu com Sabra para a Inglaterra, onde se casaram e foram felizes.