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Ouvir e Praticar

    "Deus não está interessado em nossa profissão de fé quanto em nosso modo de viver.  Nossas atos falam mais alto do que as nossas palavras.  Nossos sentimentos podem nos enganar, mas a prática da palavra de Deus prova para nós mesmos a autenticidade da nossa fé.   Nossas emoções podem ser enganosas.  Nossas ações, porem, não deixam qualquer dúvida quanto ao que está em nosso interior, pois é do coração que procedem nossas palavras e ações.   Tiago diz algo que nos faz pensar:   Há pessoas que se enganam a si mesmas!   Atribuem a si virtudes e bondades que não possuem.   Essas pessoas não têm como crescer na vida espiritual porque o primeiro passo para crescer em Cristo é reconhecer os próprios erros, não se iludir atribuindo-se uma nota imerecida.

NÃO SOMOS DESTE MUNDO

Reconheço soar bem estranha esta afirmação uma vez que não estamos em outro lugar senão no mundo. Mas como estar no mundo e ao mesmo tempo não ser dele?
Creio que a referencia para esta expressão replicada nas palavras do aposto Paulo, Pedro, Tiago e João tem sua origem na declaração de nosso Senhor Jesus, ao entregar a Deus seus discípulos quando orava no Getsemani na noite em que foi preso para ser crucificado. (João 17:9,10,11 e 16)Jesus veio ao mundo e a despeito de saber o que significa estar no mundo Ele aqui viveu para que nós aprendêssemos com Ele a diferença entre estar no mundo e não ser do mundo.
Seria Cristo, o verbo que se fez carne para estar entre nós, e que estava no principio com Deus, sendo Ele o próprio Deus criador do mundo agora nos mandaria rejeitar a sua própria criação? Certamente que não. Pois o mundo a que Cristo se refere não é o mundo material, físico, visível, belo, extraordinário, exuberante, mas sim, se refere ao mundo que vive sob a atmosfera daquele que a tudo deseja destruir, adulterar, roubar que não é dono de nada e por este motivo tenta obter para si, glórias e aqueles que não lhe pertence.
Este vitupera todas as coisas profana o sagrado, e procura reger um novo mundo estabelecendo o caos por meio da desestrutura de todas as coisas através da desobediência dos homens também chamada de pecado. O resultado deste trabalho incansável do inimigo de nossas almas planta sutilmente nos corações a rebeldia, remove os limites da ética da moral, e arrebata a consciência dos homens para si, atrai-nos por meio de todo tipo de disfarce e engano, e vincula o homens que nasceu para a glória de Deus aos prazeres de um “mundo virtual”, não real, mas aparentemente atrativo e de benefícios sem fim.
Estar no mundo mas não ser dele é simplesmente desfrutar de tudo por Deus criado, mas rejeitar veementemente o mundo corrompido pelo nosso arque inimigo o diabo.
Que o Senhor nos ajude.
No amor de Cristo, Pr. Renato Ribeiro

Como surgiu o dia das crianças?

O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho, teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 20. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.
Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Nesta data, a maioria dos pais, tios, avós e amigos pensam em presentear as crianças, pois é algo cultural desde o século passado. Será que estamos fazendo o correto em presentear as nossas crianças?
Alguns pais estão deixando suas responsabilidades de educar e disciplinar para outros. Quando chega uma época como essa, o que mais acontece, quer suprir sua ausência dando brinquedos.
A criança de hoje deve ser preparado para enfrentar o sim e o não. Não é o fato de ganhar presente, que vai fazer essa criança excluída futuramente nas mais diversas áreas que ela vai traçar. E sim, como é ensinado desde o ventre, aprendendo a dar atenção as coisa simples como, por exemplo, o Reino de Deus, se tornando futuramente um cidadão mais pleno em tudo que fizer em sua vida.
O reino dos céus é dos pequeninos e precisamos nos preparar para quando chegarmos lá recebamos o maior dos presentes o nosso galardão.
Em Cristo Jesus,
Sem. Rejane Líbano
Líder do Ministério Infantil

Obrigada Senhor!

Sou grata a Deus pela oportunidade de servir como voluntária na Cidade de Praia no país Cabo Verde situado no Continente africano. Onde atuarei na área da beleza, com o intuito de trabalhar a beleza exterior elevando a autoestima e a interior com a questão espiritual das mulheres caboverdianas.
Sempre amei este continente, sempre pensei: “um dia vou ao continente africano!” Não sabia para qual país e nem em que área faria alguma coisa. Hoje entendo: vou Servir!
Comecei este ano com muitas tribulações na área da saúde e estou terminando com muitas bençãos no serviço do Rei dos Reis, minha vida espiritual deu uma grande virada... Glória a Deus!
Orem por mim por meus companheiros de viagem e por toda equipe da JMM Jovem sei que enfrentaremos muitas batalhas, porém creio que tem pelejas que Deus peleja por nós, (2Cronicas 20:17) o que devemos fazer é: “para e tomar posição” pois creio que voltarei “com jubilo trazendo os feixes” (Salmos:126).
Orem por meu esposo (Raphael), meus pais (Jorge e Icrésia), irmã e cunhado (Rejane e Evilázio), irmão cunhada e sobrinha (Jorge, Débora e Julinha) e meus familiares que ficarão, para que o Senhor os fortaleça e nos conforte nestes dias.
Agradeço as Igrejas cuja recepção foi a melhor possível e a indicação dos meus amigos e irmãos: PIB Sarapui; PIB Moça Bonita; Nova Betel; Senador Camará; Igreja Central de Jacarepaguá; PIB Água branca; PIB Maria Luiza; Igreja batista São Basílio.
Aos amigos de outras igrejas que me ofertaram estão orando e me incentivando um muito obrigada. E também os amigos que ainda não professam a mesma fé, porem usados por Deus me ajudaram neste trabalho missionário.
Obrigada irmãos da PIB Parque Independência estou levando a cada um no coração, obrigada por suas orações, continuem orando! Obrigada por suas ofertas e compras de item. Obrigada por suas palavras de incentivo. Muito obrigada!
Que o senhor Jesus abençoe a cada um de vocês com a graça maravilhosa e toda sorte de benção fiquem com a Paz do Senhor Jesus.
Rosane Líbano Ribeiro

RECONHECIMENTO E GRATIDÃO

“Tanto riquezas como honra vêm de ti, tu dominas sobre tudo, e na tua mão há força e poder; na tua mão estão o engrandecer e o dar força a tudo.”
(v.12 de ICron. 29:10-19)
Para muitos, o ato de dizimar ou ofertar ao Senhor é um grande desafio de fé, pois se apresenta como algo difícil de praticar e mesmo aceitar.
Neste texto bíblico, o rei Davi diz que o próprio ato de ofertar, em si, já é uma bênção do Senhor, pois “tudo vem de ti, e do que é teu to damos”. Ele faz uma oração agradecendo a Deus este privilégio. Ele reconhece o poder e a soberania de Deus, sobre todas as coisas, no céu e na terra. Olha para o passado e vê como Deus ajudou o povo que era estrangeiro e peregrino e agora tinha uma pátria.
Ele diz que ele e o povo ofertavam como um ato voluntário, não por obrigação. Ensina-nos, neste texto, que Deus sonda o coração de cada um e vê se estão ofertando com um coração sincero.
O ato de dizimar e ofertar é um reconhecimento da ação de Deus em nossas vidas, do seu poder em nosso favor e gratidão pelo que tem feito. Este ato deve se transformar em um culto oferecido com a sinceridade e alegria do coração.
Extraído do Manancial de 28 de Agosto.

MINHA VIDA A SERVIÇO DO MESTRE

Não é difícil nos surpreendemos da forma extraordinária com que realizamos muitos de nossos afazeres.
Apesar de pouco conhecermos nossas aptidões físicas, mentais e das diversas habilidades que vez por outra nos gabamos delas sem a falsa modéstia. Sem dúvida nos valemos delas para nos exibirmos, influenciarmos pessoas, servir a muitos, e até mesmo torná-las responsáveis pelo nosso sustento ou lazer.
Todas estas aptidões que ao longo de nossa vida desenvolvemos, de fato nos são muito relevantes, mas nenhuma delas se comparam com as maravilhas que o Senhor realiza através de nossas vidas com a capacitação espiritual que Ele mesmo nos dá, muito além do que os adjetivos necessários para nossa sobrevivência no mundo.
Por este motivo e não por outro é que o Senhor que nos ama e que deseja que vivamos no mundo sob a perspectiva da glória, nos confere dádiva advinda de sua graça maravilhosa, nos capacitando para realizar a sua obra em um mundo pecador.
Sob esta perspectiva, o que podemos contemplar é o infinito amor por nós, nos convidando e capacitando para fazer algo que sem a sua graça jamais poderíamos fazer.
Desfrutando deste ato dadivoso do Senhor da Glória desejamos sempre viver felizes no cumprimento de nossa missão, de edificar o corpo de Cristo e promovermos o Reino de Deus, a partir dos Seus Maravilhosos Dons.
No amor de Cristo,
Pr. Renato Ribeiro

COLISÃO

Preciso ser o oposto do que o mundo é;
Bater de frente com os meus desejos
Resistir o mal até o fim; Uma hora ele fugirá de
mim . Preciso ser preservador de bons costumes;
Evitar as más conversações
Me policiar quando meus impulsos ultrapassam
o limite da emoção.
Preciso guardar meu corpo; Lembrar que ele é um
templo santo do Pai.
Preciso ter atitude; Largar o meu assento e
caminhar com Deus.
Hoje é tempo de fortalecer a fé; Colidir com o
mundo e ficar de pé!
Mais que conhecer, preciso viver; A verdade
revelada.
Hoje é tempo de renunciar meu eu;
Lembrar que numa cruz alguém por mim morreu!
Hoje é minha vez, agora sou eu;
Vou morrer pro mundo e viver pra Deus!
O hino oficial deste congresso nos incentiva a tomar atitudes frente o mundo sedutor e o pecado em nossas vidas. Essa colisão com o mundo nos causará impactos fortes, muitas vezes dolorosos e difíceis de esquecer, mas que trarão incríveis mudanças naqueles que permanecerem de pé.
Mudanças que fortalecerão a nossa fé e aumentarão nosso conhecimento de Deus.
Portanto, colidir com o mundo significa estar disposto a morrer pra ele e deixar-se ser transformado por Jesus.
No amor de Cristo,
Matheus e Diác. Marcos

INVERNO ESPIRITUAL

É bem verdade que dia a dia nos vemos cada vez mais assoberbados e afadigados  com tantos afazeres que sem mesmo nos apercebermos acabamos nos moldando a imposição do mundo secular.
Na verdade tem coabitado conosco na vida cristã um sentimento cada vez maior da auto satisfação, e o desejo de sermos completos e bem sucedidos. O dinheiro tem mudado valores, o crédito das instituições tem nos feito descartar a fé no Senhor todo poderoso e as facilidades para o pecar e satisfazer os desejos que produzem satisfação efusiva e momentânea tem contribuído em muito para o afastamento do crente da comunhão com Deus.
A decadência nos aspectos essenciais de uma devoção íntima e pessoal com Deus tem produzido em nós um equivocado entendimento da misericórdia do Senhor. Pois Deus tudo nos dá e nos cuida e ama e por isto sempre nos abençoa e nós então a cada dia nos tornamos mais frios para com Ele, ingratos, exigentes e materialistas.
Lemos pouco a Bíblia, oramos quando temos necessidade, desprezamos o dia do Senhor, e não queremos servi-lo no serviço cristão, pois melhor é não termos com o que nos preocupar além de tantas outras preocupações.
Estamos nos tornando gelados. Nossos olhos não estão brilhando mais, nosso coração bate fraco pelas coisas do Senhor e além de não nos sentirmos aquecidos a outros também não aquecemos.
Oremos ao Senhor para que o calor de sua graça nos faça novamente vivos para o louvor de sua glória.
No amor de Cristo, Seu amigo,
Pr. Renato Ribeiro

EVANGÉLICOS CRESCENTES OU DECRESCENTES

Apesar das estatísticas apontarem para um crescimento expressivo do numero de evangélicos no Brasil, o que nos mostra a realidade baseada em dados concretos e não meramente fictícios ou verbais infelizmente mostra um outro quadro que nos assusta que é a quantidade cada vez maior dos denominados “sem igreja” ou “crentes em casa” como alguns orgulham de assim mesmo se denominarem.
A diversidade cada vez maior de denominações, estilos de culto, interpretações e doutrinas a cerca da palavra, bem como a forte e acentuada decepção de muitos com um evangelho falso, a frustração com alguns líderes, escândalos, a larga escala de trabalho e a escassez de tempo e o acúmulo do cansaço e outras coisas avessas a vontade do mestre sem dúvida alimentam a muitos que preferem servir o Cristo a seu modo.
Ao contrário de um passado não muito distante, hoje como evangélicos somos quase maioria. Temos bíblia e gostamos de levá-las mesmo que seja apenas para nosso conforto e proteção, temos cânticos que nos agradam pois falam de curas, força, ânimo e vitórias, temos pastores, bispos, apóstolos e patriarcas, que se apresentam mais na condição de sacerdotes e gurus do que propriamente pastores de ovelhas. Hoje temos o evangelho da conivência com o mundo, da prosperidade a todo custo, ou melhor, sem custo, o evangelho da barganha, da troca das contribuições pelas curas e benesses de um Deus que deixou de ser Senhor para se tornar servo e propriedade dos evangélicos.
Assusta-nos saber que a multidão dos evangélicos avança sem o próprio evangelho. O foco esta na multidão. Igreja boa é a que mais cresce em número. Igreja forte é a que constrói os mais belos e suntuosos templos. Igreja boa é a que mais faz movimentos e mais aparece no seu bairro e na mídia.
Infelizmente a multidão dos evangélicos cresce sem o gosto pela genuína palavra, pela Escola Bíblica Dominical, pelos cultos de oração e intercessão, pela igreja, pelo trabalho do Senhor, pela evangelização, pelo arrependimento e pelo genuíno avivamento espiritual e sem amor pelas almas perdidas.
Meus queridos, Deus não mandou Gudião contar o exército, mas, sim separar os valentes. Na verdade não importa quantos somos, importa sim se estamos ou não olhando para Cristo e cumprindo a sua palavra de forma integral e não seletiva. Pois somente assim seremos contados no céu e lá sim é que importa.
No amor de Cristo, seu amigo.
Pr. Renato Ribeiro

UM NOVO TEMPO

Há pouco mais de três anos, o Senhor por sua vontade soberana nos permitiu chegar a uma cidade que não conhecíamos e se quer sabíamos o que Ele desejaria para nós, mas como o Senhor mesmo tem seus planos e age da maneira como Ele quer, entendemos que Ele nos chamava para este lugar. Foram muitas e pessoais experiências que nosso povo vivenciou ao longo das várias vezes que o Senhor nos permitiu estar nesta cidade. Primeiro com um grupo da igreja em 2009, depois como os jovens e adolescentes, e também com os homens de nossa igreja, além de muitas outras vezes que grupos menores acompanhando o pastor fizeram consolidar e apegar ainda mais nosso amor pelos irmãos, os queridos e os desconhecidos que também aprendemos a estimar.
Em nossas viagens conhecemos lugares, pessoas e grandes desafios, fomos a muitos bairros, pregamos nas ruas, nas praças, e nos consagramos para isto. Em todas as vezes que estivemos com os irmãos, Deus falou ao nosso coração da mesma forma que hoje Ele nos fala.
Sabemos que mesmo seguros da presença do Senhor, os irmãos viveram por um momento a sensação de abandono, perda, assustados como que ovelha sem pastor. Isso entristeceu profundamente o nosso coração. Todavia, pelo amor do Senhor por nós e por vós afirmo em nome de nossa igreja que também é a vossa igreja que os irmãos não estão órfãos!
Cristo, o sumo pastor das ovelhas e nosso Senhor nos chama para um “novo tempo”. Poderemos demonstrar-lhes agora mais do nosso amor e juntos estabelecermos o Reino do Senhor nesta cidade.
Desejamos que como eleitos, santos e amados do Senhor levemos nossos corações e sentimentos a um mesmo propósito para que neste novo tempo o Senhor manifeste o seu poder no fortalecimento da igreja de Cristo em Paraguaçu, no crescimento espiritual nosso e vosso e na salvação de vidas para Cristo Jesus. Certos de que para nós e para vós é um novo tempo, rogamos ao Pai que nos ajude para que em tudo o nome Dele seja honrado glorificado.
No amor de Cristo,
Pr. Renato Ribeiro

Consumismo vs Contentamento

     Em uma das últimas recomendações aos leitores da carta aos Hebreus, o autor explicita: “Conservem-se livres do amor ao dinheiro e contentem-se com o que vocês têm...” (Hebreus 13.5).
     O texto de Hebreus sugere uma relação quase de causa e efeito. Ele começa recomendando que nos libertemos do “amor ao dinheiro”. Em seguida, aconselha a valorizar o que quer que possuamos. Por que o consumismo, o desejo incontrolado de acumular cada vez mais, geralmente coincide com a postura de supervalorização do dinheiro. Em nossa cultura, na qual o dinheiro abundante não fica nas mãos do possuidor, mas no banco, o sinal de riqueza deixa de ser a moeda, passando a se concentrar nas coisas compradas pelo dinheiro. Neste ponto, o amor ao dinheiro se transforma em amor aos bens de consumo.  Vai aí, quem já não se contentava com o dinheiro acumulado, naturalmente não conseguirá se contentar com os bens já acumulados.
     Paulo nos garante, baseado na própria experiência, que a única escravidão que nos dignifica é a da submissão ao Cristo. A dependência a qualquer outro senhor, seja ele droga, poder, sexo ou dinheiro, sempre humilha e desfigura. Por isso, aqueles que se submetem ao dinheiro e ao consumismo pagam caro pelo seu vício. Ele chega a suplantar o bem estar da pessoa, da sua família, do seu relacionamento com o Senhor. É preciso não se esquecer da triste experiência do jovem rico que procurou Jesus: porque ele possuía muito dinheiro e muitos bens, não teve coragem de amar o Senhor. E foi embora arrasado. “O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males.”
     Neste mês de Rio+20, quando o mundo discute a sustentabilidade do planeta, eis mais uma meditação bíblica para os cristão que continuam a “ajuntar tesouros na terra”.
OLAVO FEIJÓ - Pastor, professor de Psicologia-OJB

RIO + 20 E O DESENVOLVIMENTO INSUSTENTAVEL – Parte I

    Seria pouco deixar de reconhecer o esforço louvável de muitas pessoas bem intencionadas em preservar o planeta e o meio ambiente. Muitas destas pessoas motivadas por grandes sonhos de um planeta mais limpo e livre de muitos desastres antinaturais ocasionados pelo mal trato com o globo, estão reunidas em nossa cidade debatendo, gritando e buscando de alguma forma convencer os gestores do mundo moderno a atentar para uma forma de desenvolvimento que não agrida o planeta, através de um “desenvolvimento sustentável”.
    Reconhecemos que o expressivo aumento da população de forma abrupta e desordenada verdadeiramente frustra os planos tímidos e impensados de alocação de toda esta gente suprindo-as de toda a infra estrutura necessária para sua simples sobrevivência, fazendo com que cada um busque a melhor maneira de resolver os seus próprios problemas no descarte de seu lixo doméstico, de seus detritos resultado de sua existência humana e a busca desesperada de instalar-se definitivamente em um espaço que seja verdadeiramente seu, não levando em conta a agressão a natureza e nem mesmo os riscos de morte que este lugar possa lhe proporcionar.
    Somando a estes fatores sócios humanitários que são primordiais à vida e à sustentabilidade da vida humana está o desejo de nos saciarmos das facilidades do capitalismo voraz e impetuoso que não respeita regras, lugares, pessoas e que se apresenta frio e insensível aos resultados de sua sedução. E mesmo sabedores, desavisados ou inconsequentes nos utilizamos das benesses que certamente são também os nossos males.
    Diante de tamanha dualidade e desejos incontidos ou velados da satisfação e facilidades oferecidas pelo avanço tecnológico, corre o homem atrás de seu próprio rabo dando um bonito nome para algo que ele mesmo não sabe como resolver, brigando consigo mesmo, com o mundo e com aqueles que têm tornado o mundo melhor e ao mesmo tempo bem pior apelando para um desenvolvimento sustentável, em um mundo insustentável. Pense nisto!
Pr. Renato Ribeiro

Buscando uma família melhor

     Não sei se franqueássemos a todas as pessoas a oportunidade de mudança de seus familiares por outras pessoas, se elas aceitariam. Mesmo que muitos de nossos queridos sejam pessoas que tenham em seu viver atitudes reprováveis, mesmo assim não pensamos em substituí-lo por outra.
Podemos conhecer a esposa que reclama do seu esposo beberrão e hostil, a mãe que reclama dos filhos “mal criados” e rebeldes, o marido que se queixa da frieza de sua esposa; os netos que reclamam da desatenção dos avós e estes que alegam que seus netos os abandonaram; os irmãos que vivem reclamando um do outro, mas mesmo assim estas pessoas, não conseguem imaginar suas vidas sem eles.
Na verdade, por maior ou menor que seja o problema, momentâneo ou não, que nossos queridos nos tragam no dia a dia, creio que não desejamos que eles sejam substituídos mas sim que eles substituam suas ações, modos e vivência.
Sendo assim, também somos levados a refletir sobre o que o meu familiar pensa a meu respeito. Devemos pensar se somos ou não uma companhia boa e agradável e até mesmo se não estamos sendo responsáveis pela tristeza na vida e no coração de pessoas que tanto nos ama.
Todos nós estamos em busca de uma família melhor, se bem observarmos veremos que ela está bem pertinho, junto conosco, dentro de nossa casa, morando em nosso coração.
Se não queremos mudar de família e nem que ela se mude, vamos então pedir a Deus que faça uma obra completa em cada coração.
Sejamos felizes, Em Cristo.
Pr. Renato Ribeiro

Eu quero o melhor para meus filhos

      Aqueles que já tiveram a graça de gerar filhos, juntamente com a grande alegria de tê-los não podem deixam de, ao mesmo tempo, estarem preocupados com o futuro que os espera.
Nós pais, sabemos que os dias são maus e que a avalanche de informações e a mudança do comportamento das pessoas de fato nos trazem grande desconforto e insegurança. Assim também, necessidade cada vez maior de competirmos para alcançarmos “um lugar ao sol” na sociedade, na escola, no trabalho e no mundo tem nos feito transferir para os nossos filhos esta nossa preocupação de uma realidade cada vez mais presente e sedutora.
      Sendo assim, antes mesmos de nos atermos aos sentimentos de nossos filhos e suas vontades e desejos já nos adiantamos em traçar para eles um futuro que nem sempre é aquilo que eles desejam ou desejarão, e o que é pior, traçamos um futuros para eles que esta muito longe da vontade de Deus.
      Na verdade, mesmo partilhando desta mesma ansiedade, tenho visto e ouvido que muitos de nós estamos focando tanto o futuro deles em nossas grandes preocupações que temos nos esquecido de ensiná-los a buscar a Deus sobre todas as coisas. Preocupamos-nos com as notas da escola, mas não nos preocupamos se eles têm estudado ou não a lição da EBD. Preocupamos-nos se eles estão lendo os livros que compramos, mas não nos preocupamos se eles estão lendo a Bíblia. Preocupamos-nos se eles estão preparados para os concursos, mas não nos preocupamos se as atitudes deles estão agradando ao Senhor.
      Queremos o melhor para nossos filhos, mas estamos permitindo que eles comecem a namorar cada vez mais cedo, permitindo que estejam sujeito aos desejos da carne antes de estarem preparados para lidar com eles. Queremos o melhor para nossos filhos, mas dizemos sim quando deveríamos dizer não. Queremos o melhor para nossos filhos, mas não os ensinamos a viver pela fé; compramos o que eles desejam sem permitir que eles tenham suas próprias experiências de oração.

TODOS DESEJAM UMA FAMILIA

    Em um mundo capitalista como nós vivemos, gradativamente somos induzidos a pensar que todos os problemas que temos a resolver e as coisas que julgamos precisar, podem ser resolvidos e comprados com dinheiro. Assim o valor de mercado se estipula automaticamente de acordo com o grau de desejo, escassez, necessidade ou vontade.
    Igualmente aos milhares de anos passados, os dias atuais são marcados pela constatação cada vez mais notória de que o homem não tem conseguido exercitar sua capacidade nata de um ser sociável e por isto ele mesmo tem promovido tantas e quantas rupturas lhe são possíveis mesmo que isto lhe proporcione estragos profundos.
   O fato é que nos enganamos quando pensamos que as agressões, confusão, violência emocional ou até mesmo o descaso tragam a aparência de que o homem não deseja mais realizar-se ou ter uma família. Pois o que vemos são os órfãos sonhando com um lar, os divorciados/ separados buscando um novo casamento, filhos que a muitos deixaram seus pais, buscando-os desesperadamente, irmãos buscando unir a família e até mesmo o encarcerado sonha com seu lar.
   Diante desta incontestável realidade desafio a você em unir este mês de Maio a um período de reflexão, busca e ação, primeiro de sua parte e também conjunto com sua família a fazer valer o tão maravilhoso e abençoado propósito de Deus para sua vida e pra todos quantos entendem e desejam viver em família.

Seja feliz, No amor de Cristo,
Pr. Renato Ribeiro

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: UMA QUESTÃO DE PRIORIDADE – PARTE II

        Estudá-la é um privilégio para o cristão.
     Por meio de seus estudos, somos corrigidos, transformados, consolados, animados, fortalecidos, quando nos prontificamos a ouvir o que Deus fala.
     Na Escola Bíblica temos oportunidade de desfrutar da comunhão entre os irmãos em Cristo. Em Atos 2:42 observamos que aqueles irmãos “perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão no partir do pão e nas orações”, o registro da igreja primitiva, é que aqueles irmãos se reuniam em suas casas para estudar a palavra de Deus.
     Esse perseverar na doutrina dos apóstolos tinha sua base no ensino das Escrituras. A igreja primitiva era uma igreja que se preocupava com o aprendizado da Bíblia.
Aqueles irmãos se reuniam atentamente para aprender aquilo que os apóstolos ensinavam. Amados não percam tempo. Não somos diferentes!
     A Escola Bíblica tem portas abertas para a evangelização. No início de nossa história como brasileiros, tínhamos preocupação de trazer visitantes não-crentes para participar da EBD, precisamos resgatar este objetivo nos dias de hoje. Num grupo menor o visitante se sente mais à vontade.
      É aí que a EBD abre suas portas para a evangelização. Nela qualquer um que chegar terá oportunidade de tirar dúvidas a respeito de sua fé. Ore e convide algum amigo (a) para estar com você na EBD.
      Mantenhamos viva em nosso coração a importância da EBD!
      Nela podemos estudar a Bíblia, exercer o dom do ensino e evangelizar os perdidos.
Ministra de Educação 
Luciana Nunes

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL: UMA QUESTÃO DE PRIORIDADE – PARTE I

      Hoje dia 22 de Abril é o dia da Escola Bíblica Dominical. É uma oportunidade para relembrar o valor dessa Escola para todos nós.
O termo “Escola Dominical” foi primeiramente usado pelo jornalista evangélico Robert Raikes, na Inglaterra, a partir de 1780, quando começou a oferecer instrução rudimentar para crianças pobres em seu único dia livre da semana: domingo, pela manhã e à tarde, pois a maioria, mesmo tendo pouca idade, já trabalhava durante a semana.
      A Escola Dominical nasceu para servir como ensino público gratuito, orientado pelos princípios da educação cristã. O movimento iniciado por Raikes é considerado o percursor desse sistema.
      Portanto, a Escola Dominical do nosso tempo não é o mesmo do britânico inicial, mas o tipo de escola que surgiu na América do Norte muito tempo depois oferecendo um conteúdo curricular bíblico não mais objetivando, prioritariamente, a aprendizagem da leitura e da escrita de seus alunos e, sim, o conhecimento bíblico, a edificação espiritual, o discipulado, a integração e a evangelização. Daí o nome Escola Bíblica Dominical.
Na Escola Bíblica temos oportunidade de Estudar a Bíblia que é o “livro texto”. Quando estudamos a Bíblia, somos confrontados com os mais profundos ensinos sobre a palavra de Deus.
      O que aprendemos de Deus tem aplicação direta em nossa vida. Pois a palavra de Deus é viva e eficaz.

Ministra de Educação
Luciana Nunes

PROJETO ALCANÇA CRIANÇAS NA REPÚBLICA CENTRO-AFRICANA

O trabalho missionário na República Centro-africana, um dos mais novos campos de Missões Mundiais, já começou a dar seus primeiros passos através da Maison Prisca (Casa Priscila). O Projeto é conduzido pela missionária Maria Ilza Lopes que está há pouco mais de 5 meses neste campo missionário.
Com a Casa Prisca surgiu o Clube Bíblico, com a presença de 135 crianças. A atividade acontece todos os sábados com exposição de histórias bíblicas, cânticos, trabalhos manuais e músicas, direcionada para crianças de 5 a 12 anos.
O clube Bíblico tem sido uma grande oportunidade para alcançar crianças daquela localidade no coração do continente africano. Por lá os pequeninos não tem muito o que fazer, alguns vão para a escola, mas outros sequer têm acesso aos estudos. “ A gente nem vê a casa das crianças. Só as vemos saindo do meio do matagal. A rotina delas é carregar água o dia todo e também cozinhar.
Com a Casa Prisca , estas crianças tem a oportunidade de escutar sobre Cristo, “ diz a missionária. A meta atual é desenvolver no espaço o PEM (Programa Esportivo Missionário) e o PEPE (Programa Sócioeducativo).
As mães já começaram a matricular seus filhos na escola de futebol do PEM e uma delas agradeceu pelo horário do clube bíblico que acontece no mesmo período em que seu marido, mulçumano, está no campo, assim o filho pode ouvir a palavra de Deus sem a intervenção do pai.
A missionária pretende lançar o desafio para que as igrejas adotem a Casa Prisca. As salas ainda precisam de cadeiras e reboco.
A República Centro-Africana está entre os 10 países do mundo com o pior índice de desenvolvimento, sua posição é a 179ª na lista da ONU. Os conflitos são as principais causas da degradação da economia do país.
A Casa Prisca surge como uma esperança para a construção de um futuro melhor para os centro-africanos.

Publicação do “Jornal Batista" 
(Redação de Missões Mundiais)

CHINA, UM GIGANTE QUE TEM FOME E SEDE DA PALAVRA DE DEUS

A China é uma das civilizações mais antigas do planeta, com uma história iniciada mais de 2.000 anos antes de Cristo. Guerras, conquistas e impérios escrevem a trajetória desta que é a nação mais populosa do planeta, com mais de 1,3 bilhões de pessoas. Em 1949, quando o país foi unificado pelo partido comunista, a igreja Cristã entrou num grande sofrimento. Crentes que não se uniram à igreja do governo foram punidos, presos, torturados, mortos. Bíblias foram queimadas e locais de cultos, destruídos. O comunismo tudo do coração das pessoas e não pôs nada no lugar.
Os irmãos que se negaram a pertencer á igreja controlada se reuniam nas casas, em cavernas, realizavam seus batismos na escuridão da noite e assim surgiu a Igreja Subterrânea.
Hoje, a liberdade ainda é restrita, líderes são discriminados, presos, mas a igreja é viva, vibrante, corajosa e extremamente carente de líderes. Cerca de 30 mil pessoas são acrescentadas à igreja chinesa todos os dias, mas o grande desafio é de líderes para cuidar desses novos irmãos. Há apenas um líder pra cada 10 mil pessoas e esse líder, normalmente, não tem um preparo adequado.
A China chega ao século 21 com todos os problemas de uma grande nação: violência, poluição, consumismo, mas para as centenas de vilas nas zonas rurais, a qualidade e a escassez de água são grandes dificuldades que o povo enfrenta. O missionário Dawei, da JMM, usa seu conhecimento científico para beneficiar o povo e apresentar Jesus como Salvador a mulçumanos chineses por meio do Projeto Água para os Sedentos. Ele perfura poços, faz purificação de água e ministra educação ambiental nas vilas onde há seca ou má qualidade de água. Somente através de um projeto social aceito pelo governo, o missionário consegue ficar na comunidade e se relacionar com o povo. Nos próximos 20 ou 30 anos a China será a maior potência mundial influenciando toda economia e política do planeta, então se nada for feito agora, provavelmente não teremos mais a oportunidade de transformar esta nação.
Extraído da Revista Pregação e Pregadores (Fonte JMM)

CRESCIMENTO DO PEPE ABENÇOA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

Após um ano em São Tomé e Príncipe, o PEPE (projeto socioeducativo promovido por Missões Mundiais) já começa a dar frutos. O crescimento e o amadurecimento do trabalho escolar infantil nesse país africano de língua portuguesa têm abençoado crianças santomenses e suas famílias. 
Segundo a coordenadora do PEPE em São Tomé e Príncipe, missionária Lúcia Godinho, atualmente funcionam duas unidades do projeto no país, em Santa Catarina e em Nova Olinda. 
A unidade em Santa Catarina, a primeira a funcionar no país, atende 108 crianças divididas em três turmas. Já o PEPE de Nova Olinda recebe 48 crianças divididas em duas salas.
Apesar das bênçãos, a missionária Lúcia Godinho destaca a grande preocupação que surgiu no país quanto à forma criteriosa com que as autoridades têm observado ações sociais que têm ligações com igrejas. 
“Precisamos das orações de todos para que nossas crianças continuem tendo acesso à Palavra de Deus, para que, quando cresçam, não se desviarem do caminho do Senhor”, diz Lúcia. “Semanalmente são realizadas visitas às famílias das crianças, e muitas mães têm participado dos cultos na congregação”, acrescenta. 
A missionária apresenta também alguns desafios do PEPE em São Tomé e Príncipe:
  • Aquisição de mais carteiras, cadeiras e armários para as salas do PEPE em Santa Catarina; 
  • Melhoria da estrutura física do prédio e das salas de Santa Catarina;
  • Construção da sede do PEPE de Nova Olinda; 
  • Apoio à alimentação escolar em Santa Catarina e Nova Olinda; 
  • Recursos para a contratação de uma merendeira em Nova Olinda. 
Lúcia conclui afirmando que o PEPE tem sido uma grande ferramenta para ajudar crianças a terem acesso a um melhor desenvolvimento cognitivo, físico, social, emocional e conhecimento de Jesus. 
“Esperamos que muitas crianças de São Tomé e Príncipe cresçam em sabedoria, estatura e graça diante de Deus e da sociedade do país”, conclui o missionário. 
Por Willy Rangel, 12 de março de 2012