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CONDENAÇÃO DOS MAUS PASTORES

O Senhor, várias vezes, condenou as más ovelhas do Seu rebanho. Por outro lado, houve ocasiões em que Ele também condenou os maus pastores: “Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o Senhor” (Jeremias 23.1).
O problema dos maus pastores do Reino de Deus é um assunto enfrentado tanto pelos profetas, quanto pelos apóstolos. De acordo com Jeremias, os maus pastores cometem duas maldades, por causa do seu comportamento e por sua pregação. Primeiro, eles “destroem” as ovelhas, demolindo suas convicções, escandalizando sua boa fé, extorquindo o seu dinheiro. Como consequência, eles cometem a segunda maldade: “dispersam as ovelhas”, levando-as a desacreditar as igrejas e a não mais frequentar a comunidade cristã.

VOCAÇÃO DE ANJOS

Muitos ainda não estão em paz em relação à consagração de mulheres ao Ministério.

Têm toda a razão os que pensam, os fundamentos jurídicos são válidos enquanto não ferem os princípios do Novo Testamento. Agora mesmo, estamos diante do perigo de vermos uma prática se tornar legal, colocando as igrejas cristãs em grandes dificuldades. Tudo em nome da dignidade, igualdade e liberdade.

Por outro lado, as normas não específicas nas páginas do Novo Testamento devem ser consideradas à luz da consciência e não da proibição. Mesmo nos casos específicos, ainda temos exceções. Do contrário, teríamos que voltar ao uso do véu e ao completo silêncio da mulher na igreja. São duas tradições culturais que cumpriram seu papel no tempo. Por isso, não erramos por não praticá-las mais. Não usar o véu e ouvir as mulheres em público não mais escandaliza o público como foi na igreja nascente.

PASTOR ERRA?

A pergunta parece obvia, mas não para algumas pessoas. Pastor erra sim, se não o termo correto seria Papa, e não pastor. Inteligentemente o atual Papa, na semana passada, surpreendeu a todos os seus seguidos ao declarar que “já pecou”. A surpresa vem por esta frase ser declarada por alguém que é considerado pelos católicos como o sucessor de São Pedro, designado por Jesus a rocha da Igreja. Assim acreditam os católicos, como também acreditam que não é possível o Papa ter pecado. Entretanto, o fato de alguém acreditado como sem pecado, declarar que já pecou, o aproxima de seus seguidores. Parece que o Papa quer ser um pastor, por entender que ele é mais próximo de seus seguidores, e alguns pastores parecem querer ser Papa.

HABEMUS PAPAM!

Na última quarta-feira, os milhões de católicos em todo o mundo curvaram-se em reverência ao seu novo “pontífice” agora chamado de Francisco. Muitos rituais foram cumpridos desde a vacância do “trono de Pedro” pela renúncia do agora Papa Emérito Bento XVI. Foi esperado por dois dias com grande expectativa a escolha do novo Papa até que fosse anunciado em italiano a célebre frase “Habemus Papam” ou seja “Temos Pai”.
A julgar pelo princípio de sua formação e instituição fica-nos realmente difícil desmembrar a igreja católica da igreja de Cristo, mas ao mesmo tempo não nos é difícil constatar que de Cristo na igreja restaram apenas os símbolos e a designação cristã. Parece confundir-nos a mente pensar na igreja de Cristo sem Cristo, mas é isto mesmo que temos. Um povo devoto, religioso, sacralizado, dogmático, místico, com os olhos na terra e não nos céus em um Papa, mas não em Deus.

MENOS DA CARNE, MAIS DO ESPIRITO.

Sabemos que a luta é real e o combate por demais terrível. Dia a dia anda que não desejemos somos inseridos nesta guerra que em muitos momentos nos parece ser desigual e invencível.
Assim como já havia sido compartilhado pelo Apostolo Paulo, muitas vezes fazemos o mal que não queremos, e o bem que almejamos não fazemos. Entretanto, Paulo e nós sabemos que esta infeliz iniciativa tem sua origem na carne do pecado incendiada pelo inimigo de nossas almas.

QUEM SE IMPORTA COM OS UNIVERSITÁRIOS?

Eram apenas jovens, que no âmago de sua vitalidade física desejaram também ser universitários. Tinham sonhos, desejos, metas e por isto, ou também por isto eram universitários. Eram filhos, amigos, netos, sobrinhos mas eram universitários. Queriam aproveitar a vida, se divertir, se encontrar com outros jovens extravasar de “alegria” pois afinal de contas eram universitários. Haviam vencido todas as etapas dos primeiros anos escolares, o tão assustador vestibular, justamente para chegar a condição tão almejada de universitários.

Natal de Jesus, simplesmente assim como ele é!

Não fosse a grande necessidade de consumo e o grande desejo de saciar a carne dos quitutes e guloseimas destes dias festivos, pouco seria necessário para comemorarmos o nascimento de Jesus.
O tão esperado presente, sonhado pelas crianças e desejado pelos adultos surge como esperança de suprir as lacunas da vaidade ou da realização de um sonho de ter aquilo que um dia desejou-se ter ou ser.
Entretanto, o dinheiro não compra a saúde, o amor, o casamento, um relacionamento sincero, a lealdade, a família, amigos. Assim como a comida não elimina os desejos incontidos do coração. Até porque muitas vezes fazem bem aos lábios mas não tão bem ao coração.

LOUVAI AO SENHOR COM CÂNTICOS

Sabemos que de muitas formas devemos louvar ao Senhor e por infinitas bênçãos devemos fazer do louvor uma expressão permanente de gratidão em nosso ser.
Entre as muitas oportunidades de demonstração de fé e humildade, encontramos a música como uma maravilhosa oportunidade de expressarmos as coisas que estão no profundo de nossas almas.
Lamentavelmente por um ato de usurpação e estratégia, o diabo, inimigo do Senhor, tem procurado incansavelmente confundir nossas mentes utilizando nossos ouvidos para levar para dentro de nossos corações um equivocado entendimento dos propósitos da maravilhosa dádiva que Deus concedeu ao homem de produzir melodias sejam elas por instrumentos, vozes ou mesmo por objetos.
Na verdade, enquanto o Senhor se detém a nos fazer melhores como pessoas, o inimigo o faz buscando nos destruir, utilizando as ricas habilidades concedidas por Deus para conduzir o homem que longe do Senhor e de seu propósito, se vale destes recursos naturais para agradar a si mesmo e a outros “deuses”.
Definitivamente não é desta forma que podemos louvar com cânticos, pois a musica que louva é sem duvida alguma a musica que proporciona exaltação ao Senhor, confissão de pecados, suplica, intercessão, consolo, proclamação e paz. Nos levando através desta expressão, ao trono da graça por sua extraordinária composição.
Mesmo não sendo formais e técnicos nesta conclusão, percebemos sem esforço que para que seja musica precisa ter melodia, para que seja cantada é necessário que tenha letra, e a letra precisa ter propósito e propósito precisa necessariamente conduzir-nos a uma extraordinária e profunda experiência com Deus, Senhor dos céus e da terra e ao Senhor Jesus Cristo como nosso Amado e Eterno Salvador.
Creio que pensando assim, não seremos apenas músicos, compositores ou cantores, mas sim, verdadeiros adoradores.
Que o Senhor nos ajude.
No amor de Cristo
Pr. Renato Ribeiro

Transmissão da Ordenação ao Ministério Pastoral - Aminabad Alexandre.

Hoje, a partir das 19:30h, vamos transmitir on-line a Ordenação ao Ministério Pastoral de nosso irmão Aminabad Alexandre. Será uma grande noite de alegria, não percam.
Basta apenas clicar no player do youtube que está aqui abaixo:


REFÚGIO E FORTALEZA

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro
bem presente nas tribulações.” Salmos 46:1

Muitos são os momentos que enfrentamos em nossa vida que nos sentimos amedrontados e inseguros. O forte e constante ataque de satanás contra nossa vida e os reflexos de sua atuação no mundo muitas vezes nos afligem contundentemente.
Mesmo sendo crentes no Senhor, muitas vezes nos esquecemos desta verdade que declaramos com convicção e nem nos damos conta de que o Senhor conosco está.
Quando o salmista no Salmo 46 declarou “Deus é o nosso refúgio e fortaleza...”, ele estabeleceu desta forma que o Senhor a quem com amor servimos, mesmo sendo Espírito, constituí-se para nós no momento da angústia um lugar perfeito para esta hora.
Ele é lugar de refúgio, o mesmo que esconderijo de fuga, de descanso, de escape justamente quando não estamos mais suportando tamanha batalha e nossas forças se foram. Mas ao mesmo tempo concluí o salmista, que o Senhor também se faz lugar de proteção e resistência. O Senhor aqui é comparado as grandes fortalezas rochosas no alto dos montes, impenetráveis, imbatíveis e seguras para todos quantos nelas se refugiavam.
Apesar da fugacidade das coisas deste mundo infelizmente mesmo assim muitas vezes não temos nos refugiado no Senhor.
Que sejamos sábios para a cada dia nos escondermos Nele para que assim como o salmista, declaremos que nem as turbulentas ondas desta vida poderão nos fazer sucumbir.
No amor de Cristo,
Pr. Renato Ribeiro

CONFORMIDADE

“E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da nossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” Romanos 12:2
O que lhe parece? A quem nos assemelhamos? Sempre que podemos aclamamos nosso povo chamado evangélico como um povo que ama, vive em comunhão e que está separado do mundo.
Entretanto, me parece que destacarmos apenas o hábito de não beber ou não fumar basta para nos considerarmos de fato o povo de Deus; Mas infelizmente temos nos deixado envolver com muitas coisas que não se definem como sendo atitudes que agradam a Deus.
Temos descuidado nas palavras, nas vestimentas, nos programas que assistimos, nos sites que acessamos, nas reuniões que promovemos, nas músicas que ouvimos, nos lugares que freqüentamos e em muitas outras coisas que nos colocam exatamente como o mundo, apenas com uma roupagem gospel.
Talvez as lutas e dificuldades resultantes do não conformismo tragam um certo desconforto que não estamos dispostos a vivenciar.
A satisfação da carne, o massagear da vontade e a saciedade dos olhos realmente nos seduz e então, se não caímos, andamos à beira do precipício.
É tempo de reflexão, busca, contrição e voltar atrás, em tudo aquilo que nos satisfaz para que sejamos plenos em Deus que com seu “precioso sangue” nos tirou das “trevas.”
Pense nisto.
No amor de Cristo, 
Pr Renato Ribeiro

INVERNO ESPIRITUAL

É bem verdade que dia a dia nos vemos cada vez mais assoberbados e afadigados  com tantos afazeres que sem mesmo nos apercebermos acabamos nos moldando a imposição do mundo secular.
Na verdade tem coabitado conosco na vida cristã um sentimento cada vez maior da auto satisfação, e o desejo de sermos completos e bem sucedidos. O dinheiro tem mudado valores, o crédito das instituições tem nos feito descartar a fé no Senhor todo poderoso e as facilidades para o pecar e satisfazer os desejos que produzem satisfação efusiva e momentânea tem contribuído em muito para o afastamento do crente da comunhão com Deus.
A decadência nos aspectos essenciais de uma devoção íntima e pessoal com Deus tem produzido em nós um equivocado entendimento da misericórdia do Senhor. Pois Deus tudo nos dá e nos cuida e ama e por isto sempre nos abençoa e nós então a cada dia nos tornamos mais frios para com Ele, ingratos, exigentes e materialistas.
Lemos pouco a Bíblia, oramos quando temos necessidade, desprezamos o dia do Senhor, e não queremos servi-lo no serviço cristão, pois melhor é não termos com o que nos preocupar além de tantas outras preocupações.
Estamos nos tornando gelados. Nossos olhos não estão brilhando mais, nosso coração bate fraco pelas coisas do Senhor e além de não nos sentirmos aquecidos a outros também não aquecemos.
Oremos ao Senhor para que o calor de sua graça nos faça novamente vivos para o louvor de sua glória.
No amor de Cristo, Seu amigo,
Pr. Renato Ribeiro

EVANGÉLICOS CRESCENTES OU DECRESCENTES

Apesar das estatísticas apontarem para um crescimento expressivo do numero de evangélicos no Brasil, o que nos mostra a realidade baseada em dados concretos e não meramente fictícios ou verbais infelizmente mostra um outro quadro que nos assusta que é a quantidade cada vez maior dos denominados “sem igreja” ou “crentes em casa” como alguns orgulham de assim mesmo se denominarem.
A diversidade cada vez maior de denominações, estilos de culto, interpretações e doutrinas a cerca da palavra, bem como a forte e acentuada decepção de muitos com um evangelho falso, a frustração com alguns líderes, escândalos, a larga escala de trabalho e a escassez de tempo e o acúmulo do cansaço e outras coisas avessas a vontade do mestre sem dúvida alimentam a muitos que preferem servir o Cristo a seu modo.
Ao contrário de um passado não muito distante, hoje como evangélicos somos quase maioria. Temos bíblia e gostamos de levá-las mesmo que seja apenas para nosso conforto e proteção, temos cânticos que nos agradam pois falam de curas, força, ânimo e vitórias, temos pastores, bispos, apóstolos e patriarcas, que se apresentam mais na condição de sacerdotes e gurus do que propriamente pastores de ovelhas. Hoje temos o evangelho da conivência com o mundo, da prosperidade a todo custo, ou melhor, sem custo, o evangelho da barganha, da troca das contribuições pelas curas e benesses de um Deus que deixou de ser Senhor para se tornar servo e propriedade dos evangélicos.
Assusta-nos saber que a multidão dos evangélicos avança sem o próprio evangelho. O foco esta na multidão. Igreja boa é a que mais cresce em número. Igreja forte é a que constrói os mais belos e suntuosos templos. Igreja boa é a que mais faz movimentos e mais aparece no seu bairro e na mídia.
Infelizmente a multidão dos evangélicos cresce sem o gosto pela genuína palavra, pela Escola Bíblica Dominical, pelos cultos de oração e intercessão, pela igreja, pelo trabalho do Senhor, pela evangelização, pelo arrependimento e pelo genuíno avivamento espiritual e sem amor pelas almas perdidas.
Meus queridos, Deus não mandou Gudião contar o exército, mas, sim separar os valentes. Na verdade não importa quantos somos, importa sim se estamos ou não olhando para Cristo e cumprindo a sua palavra de forma integral e não seletiva. Pois somente assim seremos contados no céu e lá sim é que importa.
No amor de Cristo, seu amigo.
Pr. Renato Ribeiro

UM NOVO TEMPO

Há pouco mais de três anos, o Senhor por sua vontade soberana nos permitiu chegar a uma cidade que não conhecíamos e se quer sabíamos o que Ele desejaria para nós, mas como o Senhor mesmo tem seus planos e age da maneira como Ele quer, entendemos que Ele nos chamava para este lugar. Foram muitas e pessoais experiências que nosso povo vivenciou ao longo das várias vezes que o Senhor nos permitiu estar nesta cidade. Primeiro com um grupo da igreja em 2009, depois como os jovens e adolescentes, e também com os homens de nossa igreja, além de muitas outras vezes que grupos menores acompanhando o pastor fizeram consolidar e apegar ainda mais nosso amor pelos irmãos, os queridos e os desconhecidos que também aprendemos a estimar.
Em nossas viagens conhecemos lugares, pessoas e grandes desafios, fomos a muitos bairros, pregamos nas ruas, nas praças, e nos consagramos para isto. Em todas as vezes que estivemos com os irmãos, Deus falou ao nosso coração da mesma forma que hoje Ele nos fala.
Sabemos que mesmo seguros da presença do Senhor, os irmãos viveram por um momento a sensação de abandono, perda, assustados como que ovelha sem pastor. Isso entristeceu profundamente o nosso coração. Todavia, pelo amor do Senhor por nós e por vós afirmo em nome de nossa igreja que também é a vossa igreja que os irmãos não estão órfãos!
Cristo, o sumo pastor das ovelhas e nosso Senhor nos chama para um “novo tempo”. Poderemos demonstrar-lhes agora mais do nosso amor e juntos estabelecermos o Reino do Senhor nesta cidade.
Desejamos que como eleitos, santos e amados do Senhor levemos nossos corações e sentimentos a um mesmo propósito para que neste novo tempo o Senhor manifeste o seu poder no fortalecimento da igreja de Cristo em Paraguaçu, no crescimento espiritual nosso e vosso e na salvação de vidas para Cristo Jesus. Certos de que para nós e para vós é um novo tempo, rogamos ao Pai que nos ajude para que em tudo o nome Dele seja honrado glorificado.
No amor de Cristo,
Pr. Renato Ribeiro

RIO + 20 E O DESENVOLVIMENTO INSUSTENTAVEL – Parte I

    Seria pouco deixar de reconhecer o esforço louvável de muitas pessoas bem intencionadas em preservar o planeta e o meio ambiente. Muitas destas pessoas motivadas por grandes sonhos de um planeta mais limpo e livre de muitos desastres antinaturais ocasionados pelo mal trato com o globo, estão reunidas em nossa cidade debatendo, gritando e buscando de alguma forma convencer os gestores do mundo moderno a atentar para uma forma de desenvolvimento que não agrida o planeta, através de um “desenvolvimento sustentável”.
    Reconhecemos que o expressivo aumento da população de forma abrupta e desordenada verdadeiramente frustra os planos tímidos e impensados de alocação de toda esta gente suprindo-as de toda a infra estrutura necessária para sua simples sobrevivência, fazendo com que cada um busque a melhor maneira de resolver os seus próprios problemas no descarte de seu lixo doméstico, de seus detritos resultado de sua existência humana e a busca desesperada de instalar-se definitivamente em um espaço que seja verdadeiramente seu, não levando em conta a agressão a natureza e nem mesmo os riscos de morte que este lugar possa lhe proporcionar.
    Somando a estes fatores sócios humanitários que são primordiais à vida e à sustentabilidade da vida humana está o desejo de nos saciarmos das facilidades do capitalismo voraz e impetuoso que não respeita regras, lugares, pessoas e que se apresenta frio e insensível aos resultados de sua sedução. E mesmo sabedores, desavisados ou inconsequentes nos utilizamos das benesses que certamente são também os nossos males.
    Diante de tamanha dualidade e desejos incontidos ou velados da satisfação e facilidades oferecidas pelo avanço tecnológico, corre o homem atrás de seu próprio rabo dando um bonito nome para algo que ele mesmo não sabe como resolver, brigando consigo mesmo, com o mundo e com aqueles que têm tornado o mundo melhor e ao mesmo tempo bem pior apelando para um desenvolvimento sustentável, em um mundo insustentável. Pense nisto!
Pr. Renato Ribeiro

Ser ou não ser Pastor? Eis a questão.

     Quem tem o chamado pastoral? É necessário ter o chamado pastoral para ser pastor ou é apenas uma questão de decisão pessoal? É preciso fazer uma faculdade antes do curso de teologia? A esposa do pastor deve ter chamado pastoral também? O pastor deve exercer o ministério de forma integral ou pode ter uma outra profissão? Só é pastor quem faz a graduação em teologia? Ser pastor é um ministério ou apenas mais uma profissão? É correto ter pastora?
     Quando o assunto pastor está em pauta, diversas questões pertinentes surgem. E com o passar do tempo, com as mudanças sociais, outras questões são acrescentadas neste grande questionário. A dúvida começa ainda na juventude, qual área focar? Para qual campo ir? Tantas dúvidas que são solucionadas com a orientação de pastores mais experientes e com a direção do Espírito Santo. E ao final das contas, todo questionamento se torna válido para a edificação pessoal do futuro pastor. São suas diretrizes tomando forma ainda no começo do ministério, ou até mesmo antes.
     Com parte das dúvidas solucionadas, o pastor entende que não deve estar só, é a hora de encontrar sua ajudadora. Mas como deve ser a família do pastor? Novamente dúvidas surgem na hora de educar os filhos, a cobrança ao redor deles é grande. O clichê “filho de pastor deve ser exemplo” começa a contagiar o pastor e aparece mais uma dúvida: como educar os filhos? A família pastoral é o grande foco nas igrejas, o que torna delicada todas as ações do pastor e sua esposa. E novamente entra o Espírito Santo na instrução, através da Bíblia e de muita oração.
     O mais interessante disto tudo é que tais questões são apenas o começo das verdadeiras lutas pastorais. Surgem as dificuldades financeiras; as lutas para conquistar o que ninguém acredita; saber conviver e amar pessoas tão distintas, como é a realidade de uma igreja; não fugir do foco principal que é levar a Palavra de Deus; manter uma vida constante de oração; pensar na juventude, assim como nas senhoras, nas crianças, nos homens, em toda a igreja, sem esquecer que todos são o corpo de Cristo. São tantas e tantas lutas que, assim como os questionamentos, fazem o papel de fortalecer a vida espiritual do pastor.
     Diante de tantas dúvidas, questionamentos, lutas e dificuldades fica a pergunta: ser ou não ser pastor? Eis a questão. Merece toda honra aqueles que mesmo assim escolha ser pastor, e a esta pergunta respondem ser dúvidas: Sim. A todos os pastores O Jornal Batista diz muito obrigado por ouvir a voz de Deus.
 Editorial - O Jornal Batista