Nos últimos dias só se fala nisso no Brasil.
A todo momento, sempre há uma notícia de um movimento para destituir o deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. O deputado, coitado, está tendo sua vida vasculhada. Tudo o que ele escreveu ou falou está sendo usado para reforçar a tese de que é intolerante e preconceituoso para com os homossexuais (me recuso a escrever a palavra que eles usam para estes casos).
A todo momento, sempre há uma notícia de um movimento para destituir o deputado Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos na Câmara dos Deputados. O deputado, coitado, está tendo sua vida vasculhada. Tudo o que ele escreveu ou falou está sendo usado para reforçar a tese de que é intolerante e preconceituoso para com os homossexuais (me recuso a escrever a palavra que eles usam para estes casos).
É interessante que não se tem a mesma preocupação com que já disseram, escreveram ou fizeram Xuxa, Lula e tantos outros. Xuxa, por exemplo, tem seu passado comprometido por ter participado de um filme em que contracenava nua com um menino! Não poderia ser processada por pedofilia? Lula disse certa vez que no Congresso Nacional tinha mais de 300 picaretas. Não poderia ser processado por calúnia?
Voltemos, porém, a Marco Feliciano. Por de trás de toda esta agitação está, com certeza, o movimento gay, que tem representantes em vários setores estratégicos da sociedade, especialmente na mídia. Não querem que ocupe a presidência de uma comissão importante na Câmara alguém que tenha pensamentos contrários aos seus. Marco Feliciano é evangélico e já declarou que homossexualismo é pecado.
Por outro lado, vi, pelo menos três vezes, a Rede Globo, em seus jornais, dar uma ênfase demasiada à decisão da cantora baiana Daniela Mercury em assumir seu comportamento homossexual. Por que? Por que, por exemplo, só noticiam casos de agressão contra homossexuais? Por que não noticiam agressões e abusos cometido por homossexuais?
Todas as vezes que ouço uma notícia do avanço do homossexualismo me entristeço, mas ao mesmo tempo procuro ter uma visão teológica do momento que vivemos. Paulo também viveu esta angústia em seu tempo. Ao notar a sociedade de sua época caminhando a passos largos para uma vida dissoluta interpretou, inspirado pelo Espírito Santo, aquele momento da história como um ato da ira de Deus permitindo assim caminharem rumo à imundícia, à concupiscência do coração e às paixões infames (Rm 1.18-27).
Procuro também pensar no profeta Jeremias. Mesmo sabendo que o exílio era irreversível, não deixou de pregar, de alertar e exortar o povo ao arrependimento. Pagou o preço por sua fidelidade profética (Jr 37). Dois exemplos, um no Velho e outro no Novo Testamento. Exemplos que nos ajudam na posição que devemos tomar em relação ao tema.
Nossa tarefa profética diante do tema deve ser a mesma de Jeremias. Mesmo sabendo que os países caminham a passos largos para legalizarem a união homossexual e a equipararem ao status de casamento, não devemos nos omitir, denunciando com todas as nossas forças que tal prática é pecaminosa, mesmo cientes de que podemos ter o mesmo destino de Jeremias: a prisão.
Também devemos adotar a postura paulina. Entender que este quadro está sob o controle de Deus. O que está acontecendo, isto é, o avanço do movimento homossexual, é uma manifestação da ira de Deus e isto só está acontecendo sob a permissão dele. Ao usar o verbo “entregar” por três vezes (Rm 1.24,26,28), Paulo dá a ideia de que Deus tenha virado as costas para suas decisões e comportamentos pecaminosos.
Gilson e Elizabete Bifano* Texto extraído do O Jornal Batista, Vida em Família - Ed 16 (21/04/2013)

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