Nem todas as pessoas ao longo de sua vida tiveram ou terão em seu poder uma jóia material de grande valor. São brincos, pulseiras, cordões, anéis trabalhados, esculpidos que saíram do solo de forma bruta e sem valor, mas que se tornaram objeto de desejo para todos que tem bom gosto.
Entretanto, nem sempre as pessoas de fino trato podem ser felizardas de alcançar estas maravilhas desejadas, que custaram a vida e saúde de muitos que se esforçaram para extraí-las da natureza, porque não possuem recursos para comprá-las, deixando aos poucos abastados a oportunidade de ostentar a força de suas posses. Mesmo que isto verdadeiramente não seja o objeto da felicidade, do bem estar e da vida.
As jóias além de serem apreciadas, também são avaliadas pela forma, pureza, dureza e individualidade e na verdade independente de quem tenha sido ou seja, seu valor não será pelo afeto ou sentimento que a fez ser forjada, mas tão somente pelo seu próprio valor material. Mas ela sempre será um objeto e apenas isto.
Pelas jóias os homens se matam, se vendem, matam outros, oprimem, se envaidecem. Se endividam, se acabam, se perdem.
Nem sempre sabem avaliar o quanto tem, mas se a saúde faltar-lhes entregarão por qualquer valor.
Mas é extraordinário pensar que também do solo de onde se originam as jóias também o Senhor fez nascer o homem, de quem originou a mulher e de onde surgiu a família.
Pense nisto.
No amor de Cristo. Pr. Renato Ribeiro

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