Mães e filhos

     Hoje é Dia das Mães. Parabéns a todas as mães! Parabéns pela grande dedicação das mães adotivas, que escolheram doar seu amor aos filhos de outras mulheres. Elas transformaram essas crianças em seus filhos de coração e alma. Parabéns as mães de oração, muitas destas escolheram filhos que nunca viram, mesmo assim aceitaram o desafio de sustentá-los em oração. Parabéns as mães que tiveram a benção de Deus de gerar um filho, ou muitos filhos, ou já tiveram o prazer de conhecer e cuidar dos filhos dos seus filhos. A todas essas mulheres honramos o seu espírito de guerreira.
   Umas já tinham filhos, outras não os puderam gerar, mas todas as mães adotivas alcançaram a excelência cuidando do filho de uma outra mãe. Não viram necessidade de ter o mesmo sangue, usam o próprio amor como elo principal entre mãe e filho. Também não importa se esta ligação nasceu ainda criança ou se o encontro foi depois de aprender a andar, o importante está no carinho de um pelo outro.
     Outras escolheram demonstrar o amor de mãe através da oração. Estas estão espalhadas por todas as igrejas, em todos os ministérios, onde tiver uma mulher, provavelmente tem uma mãe de oração. Algumas se reúnem em grupos, outras oram em secreto, mas todas escolheram adotar em oração meninas ou meninas, homens ou mulheres. Talvez a maioria dos filhos adotados em oração já tenham mães, mas elas não se importam, o importante para essas mães é orar por seus filhos, pelos filhos de outras mães, pelos órfãos, por aqueles que trabalham como missionários em campos distantes, por todos os filhos que precisarem de uma oração.
    É o momento também de parabenizar as mães de sangue. Estas geraram seus filhos, os sentiram crescer dentro de si, depois os viram crescer fora de si, mas nunca deixaram de doar seu próprio sangue por eles. Mesmo grandes e bem sucedidos, para a mãe continuam sendo as crianças de sempre. Podem até ter se casado e tido vários filhos, mesmo assim continuam sendo as crianças de sempre. Mas se tiveram filhos, melhor ainda, essas mães tem o prazer em ser mãe duas vezes. Entretanto, agora o gostinho é diferente, podem brincar e apenas brincar, porque toda a responsabilidade está sobre outra mãe.
Elas podem ser diferentes, ter estilos e gostos diferentes, ter sotaques diferentes e até mesmo criar seus filhos de formas diferentes, mas em uma questão é bem provável de serem idênticas, trocariam qualquer tipo de consumismo do dia das mães pela presença, abraço e carinho dos filhos. Apesar de acharem lindos os presentinhos de papel rabiscado criados por seus pequenos na escola ou na igreja, preferem o carinho e dedicação demonstrados por eles.
   “Mas a mulher, cujo filho era o vivo, falou ao rei (porque as suas entranhas se lhe enterneceram por seu filho), e disse: Ah! senhor meu, dai-lhe o menino vivo, e de modo nenhum o mateis” 1 Reis 3.26a.
Editorial
O Jornal Batista de hoje

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